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The Cherry

24
Fev18

Aqui me confesso #24

Neste momento tenho a certeza que somos o sonho de qualquer vizinho! Um bebé recém nascido e uma gata com o cio na mesma casa ao mesmo tempo.

 

O que mais poderiam eles querer...? 

16
Jan18

Como afundar um negócio em 3, 2, 1...

Já me tinha chegado aos ouvidos que uma lojista daqui do Cadaval tinha falado mal da nossa loja a uma cliente quando esta entrou na loja dela.

Hoje tive conhecimento que essa mesma lojista voltou a fazer o mesmo:

 

- Ai menina, não sabe o que me aconteceu...

- Então, está tudo bem?

- Lembra-se de vir cá por volta da altura do Natal e fazer uma grande compra?

- Sim, lembro-me. Aconteceu alguma coisa com as peças?

- Não, não. Imagine lá... Ia eu para o carro, que estava no estacionamento lá de baixo, quando ali a sua vizinha me chama a porta da loja dela...

- A minha vizinha...? - já que é para coscuvilhar, vamos fazê-lo como deve ser 

- Sim, aquela ali a curva...

- Ah, a da Kukka!

- Exacto. Eu até já ali comprei tanta coisa... Cá para mim há mercado para todos e não é por comprar lá que não compro aqui ou não compro noutro lado qualquer.

- Claros! Cada um é livre de comprar onde quer.

- Nem mais! Ora, ia eu para o carro quando ela me chama e pergunta se eu gostava de fazer compras na vossa loja. Eu disse que sim, que nunca tinha tido problemas convosco nem com a vossa roupa... Sabe o que ela me disse?

- O quê...?

- Que eu era tola. Que devia vir perguntar aqui a vossa vizinha - a sorte é que somos todos vizinhos e quem quiser que adivinha de quem estão a falar  - de onde a vossa roupa vinha porque não tinha qualidade nenhuma...

- A sério?

- Estou a dizer-lhe...! Também respondi-lhe logo que não ia perguntar a ninguém porque tanto me fazia se a roupa vinha dos chineses, dos indianos ou dos ciganos. O que me interessava é que eu gostasse e me ficasse bem!

- Realmente se há necessidade disto...

- Nenhuma! Eu acho mesmo que há mercado para todos.

- Também eu! Quantas vezes é que eu até recomendo a loja dela aos clientes quando eles procuram algo que eu não tenho... Aviso logo que os preços são mais elevados por causa da imposição das marcas mas não falo mal...

- E assim é que deve ser. Digo-lhe já, não gostei nada da postura dela. Nunca mais lá pus os pés!

 

 

E assim se estraga um negócio. Tanto se quer inferiorizar os outros que quem acaba prejudicado são os próprios 

01
Set17

Podíamos dar menos nas vistas?

Nós trocamos de carro à uns 15 dias. O nosso Renault Clio comercial - o branquinho lá de casa - foi trocado por uma Renault Megane carrinha "azul polícia" (). Não foi fácil deixar o nosso branquinho no stand mas era o necessário. Precisávamos de um carro a gasóleo que fosse seguro e onde toda a futura família coubesse sem ninguém ter que ir para o porta bagagens 

 

O problema é que a carrinha deve ter estado em exposição no espaço que o stand tinha na Feira de São Pedro (feira agroindustrial e comercial anual em Torres Vedras). Então, como qualquer stand, eles escreveram o preço de venda no vidro com marcador fluorescente para atrair curiosos.

 

Depois da feira acabar eles tiraram o preço, claro, mas aquilo nunca sai a 100%. Não sei bem que resquícios fica mas há-de ser algum tipo de "gordura" que ficou agarrada ao vidro. Durante o dia não se vê nada - mesmo com o sol a bater de frente - mas sempre há água no vidro, vê-se nitidamente os números que já estiveram lá marcados.

 

Assim sendo, todas as manhãs mais frias, tenho o valor escarrapachado no vidro porque o orvalho molha todo o vidro menos o espaço onde os números estiveram outrora. Como tal toda a vizinhança, que sai antes de nós de casa, consegue ver com toda a clareza quando é que nos custou a carrinha 

 

Daí eu digo: Podíamos dar menos nas vistas? Poder até podíamos mas assim pode ser que algum queira contribuir 

21
Jul17

Sou uma mimada #2

Desde que abrimos a loja que uma Sra pára quase todos os dias aqui à porta, perto da hora de almoço, para dois dedos de conversa. Ela deve ter cerca de 75 anos +- mas é daquelas pessoas tão simpáticas que criamos logo empatia. E, se por algum motivo, ela não aparece até se estranha a ausência.

 

No outro dia, numa dessas conversas, ela estava a comentar que a neta estava quase a fazer anos e que lhe ia fazer um arroz doce para o almoço de aniversário, porque era para o que ela tinha mais jeito na cozinha - modéstia, que a neta já cá veio e é só elogios à comida da avó.

 

Seja como for, quando ela fez essa conversa, eu acabei por comentar que também gosto de arroz doce e até já não comia a algum tempo. Um comentário completamente inocente e genuinamente sem segundas intenções, juro!

 

Não é que ela não se esqueceu e hoje apareceu aqui na loja com uma tacinha? E o bom aspeto que tem 

 

IMG_20170721_161509.jpg

A pena que eu tenho de não ter aqui uma colher. Marchava já ao lanche 

 

Sou mesmo uma mimada 

 

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